OLIMPÍADA DE LÍNGUA PORTUGUESA






OLIMPÍADA DE LÍNGUA PORTUGUESA  2014 

Foi dada a largada! Este ano o trabalho será com os Sétimos anos -

MEMÓRIAS

Os alunos já iniciaram suas entrevistas após algumas oficinas . Temos foto de Grafite - Vídeos com entrevistas.

Em Breve postarei textos - fotos - vídeo.







OLIMPIADA DE LÍNGUA PORTUGUESA  2012


Este ano nossa escola participa com as  turmas : 9o  anos A - B - C - D -
GÊNERO  CRÔNICAS

Vamos aguardar as oficinas !

Após dois meses de trabalhos exaustivos, os alunos se dedicaram com muito afinco para aprender a conhecer crônicas de diversos autores e finalizaram seus textos .


Esta crônica foi escolhida pelo grupo de professores e coordenadores da escola para ser enviada para a Olimpíada de Língua Portuguesa 2012.





Daniel  Rodrigues –                      Crônica -       Rua das Estrelas
Estava sem compromisso  e então decidi espairecer um pouco. Pensei muito que faria e resolvi visitar a Oliveira Lima, rua que fica bem no centro de Santo André, cheias de lojas, roupas e diferentes tipos de pessoas. São jovens, velhos aposentados, jovens senhoras, moças e crianças. 
Os restaurantes e lanchonetes preparando seus serviços para o jantar e os camelôs, junto ao emaranhado de pessoas à sua volta, vendem suas mercadorias. Tudo e todos gritavam, seja para divulgarem  seus trabalhos ou mostrarem algum  produto.
Ao longe escuto uma leve e suave melodia que encanta meus ouvidos. Viro a cabeça de um lado para o outro até que encontro um senhor bem trajado de sapatos brilhantes bem  engraxados. Em seu rosto percebia-se a presença da tristeza de uma vida sofrida, mas a emoção e alegria que lhe vinha ao proporcionar tão belo espetáculo aos que ali passavam. 
Decidi ficar e apreciar um pouco mais do espetáculo ali apresentado. As vozes dos camelôs incrementavam a música, passando de uma melodia suave para um ritmo que definia o local, pessoas tensas por causa do trabalho, bares esbanjando alegria quebrando a seriedade ao redor, restaurantes com falas e o som dos  pratos e talheres seguido de um excitante e enigmático aroma do jantar compunham uma nova orquestra.
O tempo passou e nem percebi que foram duas horas resumidas em alguns minutos, as lojas foram fechando e  as pessoas saíam de seus trabalhos como se tivessem tirado um grande saco de pedras das costas. Os bares antes alegres  se calavam expulsando os que se divertiram em exagero. E assim aos poucos o silêncio foi caindo junto com a serenidade da noite, os ventos sopravam calmaria. Cada nota entoada pelo violão daquele senhor anunciara  sua última nota.
Oliveira Lima, rua de fases e fases, seja na melodia dos raios solares ou na orquestra de estrelas que na escuridão acompanham o brilho de quem garante seu lugar no céu…
... Oh ! Mágico violão!, transformava o ambiente em um lugar puro e com direito a bis.

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